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Marketing Digital

Marketing é comunicação, é poder

Você já deve ter ouvido falar que o marketing tem o poder de vender até gelo no polo norte, né? E isso não é exagero. É a mais pura verdade. 

 

O que é marketing?

Basicamente, marketing é o processo no qual, por meio de canais de comunicação, um produto ou serviço é comercializado. No início, lá pelos anos 1950, o marketing era feito via telefone. Os profissionais ligavam para a casa dos clientes e ofereciam desde geladeiras até vassouras que prometiam melhorar a vida das donas de casa. 

Com a evolução e a chegada de Philip Kotler, esse processo foi ganhando força e as vendas se tornaram mais profissionais. Surgiu então a concorrência, onde o mesmo produto era fabricado por diferentes marcas e cada uma com suas diferenças e peculiaridades. O que fazia uma pessoa comprar um em detrimento do outro? O marketing e o diferencial de facilitar a vida que o produto possuia. 

 

Imagem mostra pessoa usando celular

A evolução do marketing

Só que, quem aqui ainda recebe ligações de alguém vendendo uma geladeira ou uma TV? Mais ninguém certo? E por que isso acontece? Porque as pessoas mudam ao longo do tempo… e é aí que está o poder da coisa toda. Com a evolução do comportamento de consumo, o marketing e a comunicação precisou acompanhar este processo. 

Passamos por diversas gerações: Baby boomers, geração Y, Millenials, geração x… e agora estamos na geração Z. E qual é esta? É a da influência. Aquela em que o indivíduo compra um produto ou um serviço porque algum influenciador que ele segue nas redes sociais está comunicando como sendo bom. Ou porque o produto tem um valor agregado que ajuda pessoas humildes, ou porque o produto em si, tem uma produção feita de maneira mais sustentável… 

 

Marketing de influência

Não queremos mais que a marca diga que o produto dela é bom. Não vamos mais comprar um produto pela marca ou pelo preço dele. Não. Agora, consumimos por duas questões primordiais: Valor agregado e influência. É aí que vai estar todo o poder do marketing para os próximos anos 

E o que é valor agregado? Teoricamente é quando um produto tem um valor adicional, além daquele que entendemos como custos de produção, logística, matéria-prima. Valor agregado é quando o produto ganha mais preço pelo que ele entrega ao comprador. Por exemplo, quando você vai no Starbucks, qual é a primeira coisa que o vendedor pergunta? O seu nome, certo? Então, aquele café não é qualquer café… é o seu café. Logo, o valor que você pagar por ele não importa, porque ele foi feito especialmente para você. 

E o que é influência? O marketing de influência é uma das formas de engajar e converter o seu público por meio de pessoas importantes e influentes. Esse tipo de ação começou com celebridades e, depois, cada segmento na internet foi criando os seus próprios influenciadores sem incentivo da TV ou dos meios tradicionais de comunicação. 

A construção desse tipo de relacionamento, entre o público e seus influenciadores, é mais forte do que o relacionamento criado entre o público e a marca. Por isso, esses líderes podem dar mais visibilidade e credibilidade ao seu produto do que uma campanha publicitária. 

E esses influenciadores não precisam ter milhões de seguidores. Não. Quanto mais nichados eles forem, melhor. Porque estes com menos seguidores e com mais engajamento acabam atingindo de forma direta seus fãs e seguidores. 

Imagem mostra pessoas comemorando

Então, vou contratar influenciadores e tá tudo resolvido

Longe disso. Aí é que entra a comunicação e o poder do marketing. Você nunca vai vender um produto se ele nao tiver o poder de mudar a vida de uma pessoa, seja de que maneira for. Por isso, valor agregado e influência precisam, antes de mais nada, serem sinceros e andar muito juntos. Marcas famosas perdem espaço para as que acabaram de surgir. Neste cenário, entra também a sustentabilidade. Mas, por quê?

Porque estamos vivendo uma era na qual as pessoas buscam por felicidade, não só a sua, mas a do outro. Estamos em uma era de autoconhecimento, felicidade genuína e leveza… e as marcas precisam acompanhar esta mudança de comportamento. O poder do marketing está em entender o caminho que a sociedade segue. 

Hoje, poucas pessoas ainda compram produtos apenas pelo nome da marca. Roupas, eletrônicos, acessórios, móveis… todos eles precisam externalizar e ampliar a personalidade de seu comprador e é por isso que a empresa precisa conhecer, profundamente o seu público-alvo. Não como um número ou mais um comprador, mas como um ser humano que precisa do produto para aumentar a sua polaridade de personalidade. 

 

Advogados de marca? Esse negócio é real mesmo? 

Muito mais que real. Os advogados de marca são aqueles consumidores que amam consumir um produto de uma determinada empresa. Eles gostam tanto que, além de não trocar pela concorrência, ainda indicam para amigos, colegas e familiares. É como se você tivesse um vendedor e não pagasse nada por isso. 

Para tornar um cliente um advogado de marca não precisa fazer muito. É só conversar, dialogar com ele de forma sincera o atendendo em todos os momentos de uma maneira empática e acima de tudo, prezando pela qualidade do produto que você oferta. 

Mas, cuidado, o contrário também pode acontecer. Se algum consumidor se chatear com seu produto/serviço ou atendimento, ele tem o “poder” de destruir a sua empresa… e isso não é balela. Além de não indicar, ele ainda fala mal e vai às redes sociais para demonstrar toda a sua insatisfação. Por isso, todo cuidado é pouco. Toda atenção com o cliente deve ser minuciosa. 

A dica é: trate-os como amigos reais. Isso pode ajudar em todo o processo de construção da sua marca como poderosa em seu nicho de atuação, além de atrair advogados de marca fiéis e felizes com este consumo. 

Imagem mostra equipe em reunião

Como utilizar o poder?

Antes de mais nada, conheça a fundo o seu produto. Feito isso, entenda, também profundamente, quem é o público-alvo que ele vai atingir. Veja que problemas ele vai resolver para que você saiba comunicar estas resoluções. 

Quando você souber o poder do seu produto, monte uma estratégia na qual a comunicação será feita de maneira ampla e acima de tudo sincera. Para isso você pode utilizar mídias on e offline. 

O mais importante aqui não é o dinheiro que você vai ganhar com a venda dos produtos, mas a maneira que você vai comunicar a importância e o valor agregado que esse produto tem para quem vai comprá-lo. 

O marketing não envelhece. Ele não perde força. Nenhum canal perde força, também… eles apenas se adaptam ao comportamento do consumidor. Então, nunca esqueça disso no momento de montar a sua estratégia. Estar obsoleto é, acima de tudo, não entender o comportamento humano do seu público-alvo. Não seja reticente… a juventude do marketing depende da liberdade que a comunicação tem de se libertar de paradigmas e regras. 

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