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Marketing social é lucrativo? A imagem da sua empresa no mercado

Fazer marketing, de forma geral, não é tarefa simples. É ingenuidade espalhar um mundo de informações desconexas e esperar que o resultado seja positivo. Na hora de se mostrar no mercado, cada passo de uma empresa deve ser bem analisado, e o marketing social é uma das áreas que merecem atenção.

O marketing social surgiu por meio de Philip Kotler, professor e escritor, considerado um mestre quando o assunto é marketing. Ele defendeu que, quando uma empresa tira o foco só do lucro e do cliente para ir além, pensando em sua participação efetiva na sociedade, ela se torna mais atrativa no mercado.

Kotler definiu 3 níveis do marketing:

 

Nível do Marketing   FocoFinalidade
1.0ProdutoLucro
2.0ClienteFidelização
3.0ValoresContribuição Social

 

No nível 1.0, a preocupação e o empenho eram voltados para a venda do produto, com o intuito de lucrar ao máximo, e não se estabelecia um relacionamento entre cliente e empresa. Com a força que as técnicas de marketing digital ganharam, tornando o método de outbound marketing menos usual, conquistar o cliente se tornou essencial.

Aqui entra o marketing 2.0, mudando a forma tradicional de fazer marketing, que tinha uma abordagem mais agressiva. Era comum Jogar uma enxurrada de propagandas para inúmeras pessoas, sem um público-alvo específico, na tentativa de chamar a atenção.

No marketing 2.0, uma empresa busca conhecer as necessidades do cliente e, sutilmente, se fazer perceptível, levando-o a desejá-la como sua solução.

E o marketing 3.0?

O marketing 3.0 entra para mesclar os dois focos iniciais e acrescentar algo mais. Ou seja, a empresa tem a solução, sabe atrair um cliente e mantê-lo, sendo útil e relevante, além de fazer diferença no meio social, contribuindo em algum aspecto para o crescimento da sociedade.

Clientes prezam por empresas que fazem esse papel com veracidade. Se existirem resultados positivos no meio social, oriundos das ações de uma empresa, é certo que sua imagem no mercado será diferenciada. Os valores sociais gerados provocam no cliente sentimentos de afinidade e confiança com a marca.

 

Empresas que fazem diferença com projetos sociais

 

Marketing Social empresarial

Existem diversos exemplos que poderiam ser listados aqui, mas queremos citar alguns que remetem à marca. Ou seja, quando se ouve falar do projeto, a marca é associada imediatamente.

Leia para uma criança

Quando essa frase é dita, o que logo vem em mente é: “Itaú”. O banco, com intuito de contribuir de forma significativa para o crescimento das políticas públicas da educação, atua promovendo olimpíadas, oferecendo cursos online, cursos profissionais do terceiro setor, dentro outros cursos.

O projeto “leia para uma criança”  é uma das ramificações da atuação do grupo Itaú Unibanco na área da educação. O objetivo é incentivar a leitura e aprendizado gratuitamente, por meio da troca de livros entre os participantes.

Essa movimentação gera afinidade, laços familiares, novas amizades e interação social. Esse fato cria nos clientes uma ligação positiva e de comprometimento com a causa, tornando-os fiéis.

Em alguns anos, adultos que tiveram um rumo diferente por terem sido crianças incentivadas pelo projeto, sempre verão o Itaú como uma marca diferencial. Esse fato faz com sejam clientes fiéis, que influenciam familiares e amigos a também serem, perpetuando a imagem positiva da marca.

McDia feliz

Por meio da campanha “McDia feliz”, o McDonald’s atua em prol da cura do câncer de crianças e adolescentes no mundo e, agora também, no Brasil. É um projeto que envolve a população, instituições, funcionários, franqueados, voluntários e fornecedores.

Mais uma vez, não precisa nem dizer de qual empresa é essa ação social, não é mesmo? A associação com a marca é automática. Todo ano, em um dia pré-escolhido, todas as vendas do sanduíche Big Mac é revertida em doações para instituições que atuam na causa do câncer infanto juvenil.  

Aqui no Brasil, o movimento aconteceu pela primeira vez em 2017 e arrecadou R$ 25.352.836,25. Quando a causa é verdadeira e os resultados são visíveis, o engajamento é unânime. Cada família impactada, com a ajuda no tratamento de um ente querido, levará a marca no coração.

Criança Esperança

Precisa dizer de qual empresa estamos falando? Pois é! A campanha “Criança Esperança”, que neste ano completa 32 anos, oferece a milhares de crianças e adolescentes uma oportunidade de desenvolvimento, seja na educação, na cultura, no esporte ou na inclusão social.

Reconhecida pela ONU como modelo internacional, a campanha da TV Globo já investiu em mais de 5 mil projetos. A população como um todo se engaja na causa porque percebe os resultados.

Quem vive de perto a falta de recursos e sabe como uma ação assim faz a diferença, terá essa emissora de TV como marca diferencial em sua vida.

Acesso Livre

O Acesso Livre é um projeto da IN8, agência GRUP e parceiros, quem tem a intenção de divulgar experiências do #EUPCD (Pessoa com Deficiência), voltado para a superação. O objetivo do projeto é mostrar para a sociedade e PCD’s, histórias que podem sim ser inspiradoras.

Além das histórias de PCD, o blog abordar assuntos de utilidade pública como cultura, esportes, eventos, política e sexualidade.

 

Marketing social x lucratividade

Promover campanhas e executar projetos sociais requerem investimento. É comum, logo de início, associar esses tipos de ações à despesas e não ao lucro. Entretanto, o retorno da sociedade e a afeição de adeptos à causa, a atitudes empresariais que beneficiam a população, é grande.

Dessa forma, é possível que novas parcerias sejam feitas e que mais clientes se tornem fiéis à marca, aumentando as vendas e, consequentemente, aumentando a lucratividade. Uma empresa não vinga só pelo que vende, mas pela diferença que faz. Com uma campanha sólida, o investimento inicial será recuperado posteriormente.

 

Como fazer na prática

Estudo e planejamento são as palavras-chave. É necessário estudar o mercado e o público-alvo. Qual é o ramo de negócio da empresa? Quais são os tipos de clientes e que tipo de campanha poderia ser relevante para eles?

Qual tipo de ação social evidenciaria que a visão, valores e missão da empresa são verdadeiros? É preciso traçar planos e metas para serem cumpridas a curto, médio e longo prazo. É um processo gradual, que deve ser levado a sério.

Comece pequeno, mas almeje o topo

Não ter medo de começar pequeno também é importante. Muitas das grandes ações que conhecemos hoje foram iniciadas pela ideia de uma única pessoa que contagiou milhares. Se a causa for verdadeira e a intenção for a de realmente fazer diferença, com o planejamento certo a causa tende a crescer.

 

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